Autora:


Ana Paula Barreto Nascimento
26 anos
Campo Grande - Mato Grosso do Sul Apaixonada pelas histórias da vida real Gosto de escrever sobre sentimentos De amores que deram certo E dos amores que ainda vão dar certo

+ Livros da autora:

O diário de Carolina

Minhas histórias

Capítulos:

Leitores vips:

30.8.07

STOP!! DANDO UM TEMPO!!!!!!


PESSOAL, ESTOU DANDO UM TEMPO DO MUNDO BLOGUEIRO... NAÕ ESTOU TENDO E NEM CABEÇA PARA MEXER COM OUTRA COISA QUE NÃO SEJA OS MOMENTOS FINAIS DA FACULDADE QUE ESTÁ ME ENLOUQUECENDO!! VOLTO NO MÊS DE NOVEMBRO!!!!! UM FORTE ABRAÇO A TODOS!
ANA
5.8.07

CAP. 2: MINHA FORMATURA... QUE NÃO ACONTECEU...

Fim do ano de 1988... a escola JVM preparava a formatura dos pequenos alunos do Jardim. Minha mãe já havia preparado toda a minha roupa e dentro de uma semana eu deveria receber o meu primeiro diplominha.

Mas a vida trouxe uma surpresa inesperada e desagradável... minha vó nos telefonara dizendo que o irmão de minha mãe, meu tio adorado havia falecido num acidente de caminhão.

Minha mãe chorava muito no telefone e no dia seguinte viajamos para GD onde se realizaria o velório e o enterro. Eu me lembro da tristeza de minha mãe durante toda a viagem e Rosana cuidando de nós no banco de trás.

Na casa de minha vó, a tristeza era geral. Meu tio Paulo era muito querido pelas pessoas da pequena GD. Meu primo Patrício, com quatro anos de idade, olhava tudo aquilo e chorava abraçado à mãe.

Quando o caixão foi fechado, eu não entendia a falta que aquele tio me faria nos tempos futuros... minha mãe fez todas as crianças entrarem para dentro de casa, não queria que víssemos o caixão saindo para o cemitério... somente Patrício acompanhou a saída do caixão.

Voltando para AM, minha professora Eliane foi até minha casa entregar o presente que todos os formandos do jardim receberam... era um livro de historinhas com gravuras que eu guardei comigo durante muitos anos.

O fim de ano para minha família foi muito triste, principalmente para meu avô, que perdera o filho no dia de seu aniversário.
29.7.07

CAP. 1: INÍCIO DE MINHAS LEMBRANÇAS

Minhas lembranças da infância com meus irmãos começa na pequena cidade de AM. Chegamos muito pequenos lá e desacostumados com as frias temperaturas do Centro-Oeste nos meses de Junho e Julho.

No início sentíamos falta da cidade de G que ficara distante no estado do Maranhão. Reclamávamos da saudade que sentíamos dos amiguinhos que deixáramos, dos tios, mas felizmente, ser criança é uma benção, nos acostumamos com o lugar e fizemos novos amigos que nos acompanhariam pelos próximos três anos. Alguns deles, permanecem até hoje e é sempre uma alegria reencontrá-los e relembrar os velhos tempos.

O ano a que me refiro é 1988... somente eu estava em idade escolar. Meus pais me matricularam no Colégio JVM onde estudei por seis meses no Jardim III. Eu me lembro que essa escola era a maior da cidade, toda pintada de azul. Eu estudava lá no período da tarde e Rosana, minha irmã adotiva que meus pais trouxeram do Maranhão, estudava no período noturno, pois durante o dia auxiliava minha mãe com meus irmãos que ainda eram pequenos e precisavam de atenção constante.

Minha mãe conheceu Rosana em G... ela era uma adolescente. Quando meu pai foi transferido, ela viera conosco e é considerada como nossa irmã. Mais pra frente falarei muito dela.
Diogo, meu irmão do meio, sempre foi o meu companheirinho apesar de brigamos muito por bobeiras. Era o braço direito de Clara, minha irmã caçula, os dois sempre se deram muito bem e até hoje são os melhores amigos uns dos outros.

Quando saem para alguma balada estão sempre juntos, mas o mesmo não acontece comigo, eu sempre prefiro programas diferentes, eles gostam de rock e eu prefiro pagode... eles gostam de pastel e eu de cachorro-quente... totalmente diferentes um do outro, mas nem por isso deixamos de nos querer bem!

Rosana cuidava de nós três para que minha mãe pudesse trabalhar e ela sempre teve adoração por Clara, o que gerava muitas respostas mal educadas de minha parte.

MEU IRMÃO, MEU AMIGO


Uma prima muito querida sempre me pediu para que escrevesse algo sobre os meus irmãos... mas sempre estava ocupada com algum outro assunto, mas ontem antes de se despedir ela me pediu mais uma vez que escrevesse esta história.
Decidi escrevê-la e dedicá-la aos meus irmãos. Não é fácil falar deles, temos uma relação de companheirismo, mas pensamos diferente um do outro. Mas ser irmão é assim... dois modos diferentes de pensar e de agir, mas na hora da necessidade, somos os primeiros a estar perto para socorrer e apoiar!
Marcos e Priscila e Bebeth, está obra é dedicada a vocês!!!